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Exilius

Release

EXILIUS estreia como um espetáculo teatral no ano de 2011. É fruto de um vasto processo de pesquisa iniciado pela atriz Erika Cunha ainda em 2007, e traz como temática a condição do povo Saharaui, que vive exilado desde 1976 na parte mais árida do Deserto do Saara/África.

A partir de um fato verídico, eminentemente político, descobre-se um impulso para uma reflexão sobre a experiência do exílio, sobre a identidade em transformação e resistência. O deserto e a situação de exílio são tratados como metáforas da indisponibilidade do corpo com o espaço e do corpo em si mesmo.
A dramaturgia sustenta-se num jogo entre as fronteiras do teatro e do documentário, mesclando a história do povo Saharaui, a experiência da atriz e textos ficcionais criados de maneira coletiva.
Em 2021, Exilius tornou-se uma obra audiovisual, gravada com apoio do Edital Aldir Blanc/2020, PROAC, Estado de São Paulo.

SINOPSE

Dentro de um carrinho de mão repleto de areia, uma mulher nos conta histórias. Como nos tradicionais contos das mil e uma noites, fantasia e realidade se entrelaçam nas histórias compartilhadas com o público. A história de um povo, a trajetória de uma mulher, a experiência da atriz que ultrapassou barreiras geográficas para encontrar a realidade de um povo exilado: são os elementos que compõem EXILIUS, desvelando a tênue fronteira entre memória e ficção, entre desamparo e esperança, entre o sofrimento do corpo e o desejo de lutar por um novo mundo.

Atuação: Erika Cunha

Direção e Iluminação do espetáculo teatral: Alice Possani

Direção Audiovisual: Alice Possani, Diego da Costa e Ericson Cunha

Captação de vídeo e som: Diego da Costa e Ericson Cunha

Edição: Ericson Cunha

Textos: Norberto Presta, Alice Possani e Erika Cunha

Figurino e Cenário: Juliana Pfeifer

Trilha Sonora: Silas Oliveira

Fotos Exposição Front(eiras): Paolo Cattaneo

Exposição Fotográfica Ambientada: Anna Kühl e Bruno Cardoso

Produção: Carolina Baraglio e Dudu Ferraz

Realização Teatral: Grupo Matula Teatro

Realização audiovisual: Grupo Matula Teatro, Pietà Filme e Ericson Cunha

Agradecimentos: Verônica Fabrini, Jaima Saharawi, Laboratório Cisco, Maria Farinha Filmes e toda população Saharaui

Duração: 50 minutos

Gênero: drama/ documentário

Classificação etária: 14 anos