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Erika Cunha

É atriz e pesquisadora do Grupo Matula Teatro, atuando em diversos espetáculos e intervenções: LOGO ALI (2020), COMO SE FOSSE (2020), AGDA (2017), UM CONTO INFINITO (2016), JOGOS CORTAZIANOS (2015), IMAGO – UMA LUA N’ÁGUA (2014), CIRCO K (2012), EXILIUS (2012) e PASSAGENS (2011).

É doutora (2016) e mestre (2009) em Artes da Cena, pelo Instituto de Artes da Unicamp, com apoio financeiro da FAPESP (Fundação de Apoio à Pesquisa do Estado de São Paulo). Bacharel em Interpretação Teatro/Artes Cênicas, pela Escola de Comunicação e Artes da USP (2006). Realizou o projeto de Pós-doutorado no Programa Nacional de Pós-doutorado do Instituto de Artes da UNICAMP “Dramaturgias de Fronteira” (2020), com apoio financeiro do Programa Nacional de Pós Doutorado da CAPES (Coordenação de aperfeiçoamento de Pessoal em Nível Superior).

Como atriz também trabalhou em SONHO DE ÍCARO (2010), NE ME QUITTE PAS (2006 – apresentado em São Paulo, Berlim/Alemanha e Padova/Itália), VAZANTES… (2004- 2007, vencedor do prêmio Nascente – de melhor interpretação), CARPE DIEM (2004), PAR QUÊ? (2003), QUARTETO EM DIAGONAL (2003), entre outros.

Dirigiu “ANDARINA” de Maria Fernanda (2020), “A VOLTA DO MUNDO É GRANDE” da Cia Benedita na Estrada (2016), o solo ISABELITA (2007) e o duo BRASIL MENINO (premiado com o FICC – Fundo de Investimento a Cultura de Campinas – 2008/2009) da Cia Berro d’água de Campinas-SP, grupo que fundou e fez parte de 2007 a 2011.

Integrou o Núcleo FEVERESTIVAL – Festival Internacional de Teatro de Campinas – de 2008 a 2015 e o Núcleo de Produção da Boa Companhia de 2009 a 2011.

Atua como doula desde 2016.