O Grupo Matula Teatro é um coletivo de artistas sediado em Campinas (SP). Realiza, há 25 anos, atividades fundamentadas no trabalho do artista da cena, que incluem diversos aspectos do fazer teatral: criação e circulação de espetáculos, ações formativas de curta e média duração e gestão de espaço cultural.
Para as criações artísticas o grupo já teve como inspirações o contato com população de rua, mulheres que vivem em assentamentos rurais, famílias de pequenos circos e refugiados saharauis, que resultaram em espetáculos com dramaturgias inéditas. A interface com a literatura também referencia criações que tiveram como ponto de partida a adaptação de contos de Hilda Hilst, Mia Couto, e Julio Cortázar
Currently Matula Teatro Group transits in two distinct and complementary fields: the black room (stage performances) and the street (urban interventions), experimenting different poetics and ways of relations between spectator and scenic space.
Mantemos em repertório: TÁ NA MESA (2023, direção de Ísis Madi, texto e trilha sonora inéditos), COMO SE FOSSE (2020, direção de Veronica Fabrini, inspirado na obra da dramaturga espanhola Gracia Morales), AGDA (2011, co-produção com a Boa Companhia, Campinas, SP) e a Intervenção Poética PASSAGENS (2011, direção de Moacir Ferraz).
O Grupo Matula já recebeu apoio de diferentes iniciativas: Temporada SESC Pinheiros (2023 – Como se fosse); Edital Proac Lab 47/2020 – Premiação por Trajetória (Teatro); Edital Proac LAB (2020 – Registro Audiovisual espetáculo Exilius); Edital Proac LAB (2020 – Registro Audiovisual do espetáculo Agda); Circuito Sesc de Artes (2016 – Jogos Cortazianos, 2011 – Passagens), PROAC Produção de Espetáculo Inédito e Temporada de Teatro (2015 – Um conto infinito), PROAC Circulação e Difusão de
Teatro (2014 – Imago, Jogos Cortazianos), PROAC Território das Artes (2014 – Poéticas da Vila), PROAC Formação de Público (2012 – Agda e Passagens), Virada Cultural (2012 e 2009), Circuito Cultural Paulista (2012 e 2009), PROCULTURA (2012 – Circo K e 2011 – Chuva Pasmada), FUNARTE Artes Cênicas na Rua (2010 – Gran Circo Maximo), FICC (2009 – Chuva Pasmada), Prêmio Myriam Muniz (2008 – Gran Circo Máximo), Caixa Cultural (2007), além de apresentações em Sescs, SESIs e em diversos festivais de teatro nacionais e internacionais. Os espetáculos, juntamente com oficinas e demonstrações técnicas, vêm sendo realizados em várias regiões do Brasil e no exterior, com destaque para Alemanha, México, Itália e Portugal.




